Segurança eletrônica é mais abrangente que equipamentos

O mercado da segurança eletrônica é um dos que mais cresce e um dos que gera mais emprego e renda no País. Segundo pesquisa apresentada pela ABESE, os consumidores finais estão encabeçando as demandas do setor. No último ano, 69% dos prestadores de serviços atenderam projetos para residências.

Entre as principais solicitações estão videomonitoramento e sistemas de alarme com e sem fio. A pesquisa apontou ainda que as câmeras de videomonitoramento IP são os produtos mais vendidos do setor de segurança pública e patrimonial. De acordo com o levantamento, as câmeras IP representam 36% dos produtos mais vendidos – encabeçando a lista.

Porém, para quem trabalha no mercado da segurança privada, deve compreender outros aspectos que vão além dos equipamentos de segurança eletrônica, principalmente sobre os conceitos de técnicas de instalação, com projetos específicos para cada cliente, e a questão de políticas de prevenção de riscos no uso de tais equipamentos.

Empresas precisam estar atentas sobre o bom uso dos equipamentos de segurança eletrônica, aliada à política de prevenção, inteligência e vigilância humana, realizada por empresas do setor devidamente credenciadas nos órgãos de controle.

Não basta que a empresa tenha um bom projeto de monitoramento eletrônico se não há pessoal qualificado para prevenir riscos e fazer análise de segurança corporativa. Ou seja, é preciso investir em equipamentos, mas, também, em profissionais da análise de segurança patrimonial.

Um processo de segurança demanda objetivos claros e bem estruturados para atender o cliente. Quanto mais informações prestadas pelos profissionais sobre os produtos e serviços oferecidos, maior será a credibilidade do investidor.

Vender e instalar sistemas de segurança eletrônica é apenas um passo de um amplo processo de proteção. É preciso vender consultoria, marketing e eficiência dos produtos ou serviços.

No Brasil, com um mercado de cursos de Gestão de Segurança cada dia mais crescente, o número de profissionais qualificados para prestar consultoria na segurança eletrônica ainda é pequeno, comparando com o imenso mercado tecnológico cada dia mais inovador.

Fonte: http://revistaseguranca.com.br

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